29 de novembro de 2012

E

"Prometemos conforme as nossas esperanças e cumprimos segundo os nossos receios"

La Rochefoucauld, escritor e moralista francês (1613-1680)

28 de novembro de 2012

Ponto final. Paragrafo


Amanhã às 21 horas, está marcada a reunião que terminará um ciclo da minha vida. Este ciclo teve, como todos os ciclos na nossa vida têm, lados positivos e negativos. Deste ciclo o lado positivo foi sem dúvida a experiência, a aprendizagem e a ascensão profissional num curto espaço de tempo. O lado negativo: as relações humanas. Tive o primeiro contacto da minha vida com relações profissionais indesejadas mas necessárias. Eu fazia (já emprego o passado, porque há algumas semanas que não estou a desempenhar a minha função e amanhã abdicarei definitivamente do cargo) parte de uma equipa que não fui eu que formei, não fui eu que escolhi. Era uma questão de obrigação. No geral funciona com um método de trabalho que não é o meu, com o qual não sei trabalhar, com o qual não me identifico. A personalidade das pessoas (que é um factor)  não tinha a ver comigo e é muito difícil trabalhar num ambiente no qual não nos revemos. Não me enquadrei em momento algum.
Suportei algumas coisas que não achava suportáveis a nível pessoal e de ambição profissional. É um trabalho não remunerado, assenta na oportunidade de aprendizagem de campo na área em que me estou a formar e não posso deixar de referir (como já o fiz antes aqui no blogue) que é uma oportunidade única no nosso país e da qual tive o prazer (apesar de tudo) e a sorte de poder usufruir. Contudo já não vai ao encontro das minhas ambições. E há que saber o momento de dizer basta. Amanhã será o meu momento.
Há decisões difíceis de tomar e esta é uma delas. É com pena que deixo um projecto por concluir, que não levo até ao fim o compromisso que assumi, mas sinto que já não reúno as condições necessárias para tal. Não me sinto feliz há algum tempo com o que faço, e se um dia mais tarde dificilmente poderei pôr um ponto final num projecto profissional que não me realize e não me faça sentir bem, hoje tenho essa rara e preciosa oportunidade de orientar a minha vida e o que faço no sentido que quero. Pura e simplesmente quero, é uma questão de querer. Acima de tudo querer. E há um lado em mim que me deixa feliz por ter o poder de escolher num momento tão critico a nível nacional.
Por outro lado, invade-me uma tristeza imensa e a sensação de dever não cumprido. Afinal de contas é isto que faço hoje que pretendo fazer o resto da minha vida, e tinha nas minhas mãos a oportunidade de escrever artigos que fossem publicados para um púbico central de 22 000 pessoas. Tinha a oportunidade de publicar artigos que poderiam ser o corpo de um portefólio muito rico a incorporar o meu curriculum vitae. "Mas em toda a história, é nossa obrigação saber seguir em frente, seja qual for a direção.".

26 de novembro de 2012

Enquanto ele não chega

Depois do jantar adiantado: é só pôr no forno, vou tomar um banho rápido enquanto Ele não chega da bola. Até já.

18 de novembro de 2012

Estado de domingo à noite:


Trabalhar sem motivação, com 348727 tarefas de casa para fazer, e com poucas horas que restam do fim-de-semana. Amanhã nova semana: mais 500 objetivos e 10000 coisas para fazer.

20 de outubro de 2012

Doente OUT/INV 2012 I

E ficará sempre tanto por dizer... Doente, exausta e amanhã com um dia longo de trabalho pela frente. Quero tanto um dia para mim, de boa saúde e para mim.

27 de setembro de 2012

Sim, mas não


Às vezes a vida é feita destas merdas. Às vezes passamos anos da nossa vida a querer tanto, e quando chega a hora, quando se está prestes a concretizar algo a que apelidávamos de Sonho vem um medo filho da puta, que nos faz tremer e retrair. Hesitamos. Desconhecemos(-nos). E pedimos bem no fundo de nós para que (alguém que ouça esta barbaridade) não se concretize. Como pode ser real ou possível tal desejo? Como depois de tantos anos e de tanto choro pela demora, pelo vento, este vento que tudo sabe, nos empurra noutra direcção?
Talvez este "prestes a concretizar" se torne (mais uma vez) em falha, em ilusão, mas este medo e esta vontade de voltar atrás esteve cá, e isto só pode querer dizer duas coisas: ou não era o verdadeiro Sonho ou é uma bênção para doer menos.

3 de agosto de 2012

2 de Agosto de 2012

Quando se transforma em acto o sentimento que te enche o peito e perturba a alma.
Um anel que saiu debaixo da cama, alguns minutos após, lágrimas despertou e um compromisso provou.
Esta prata que me envolve o dedo anelar da mão direita é um símbolo de um amor que há-de permanecer vivo aquando a minha morte. Esta prata que me envolve o dedo anelar da mão direita mostra ao mundo, é a minha forma de grito de vitória.

7 de julho de 2012

200km por uma noite:

Quando Ele faz 200km para dormir uma noite, apenas uma noite nos meus lençóis a alma enche-se de esperança.

6 de julho de 2012

Limpeza

Esta realidade de morar em quartos alugados implica na véspera do senhorio vir cá, para receber a renda do respectivo mês, eu andar feita maluca às 2 da manhã a limpar a casa. Porque ele é um merdas! Um merdas engenheiro e professor universitário que passa o dedo na parede ao lado do fogão para ver se tem gordura, opá poupem-me!

5 de julho de 2012

"O Amor é insano"

Ao ver o filme The Last Song, ouvi o pai ensinar à filha que o Amor é insano. No momento em que vivo as primeiras experiências, e também descobertas sobre isto do Amor, que não sabemos apelidar de outra maneira. O meu é insano. E talvez o de toda a gente o seja também.

26 de junho de 2012

Incompreensões da vida

Às vezes a vida não nos dá uma explicação. Às vezes não é para se compreender. Às vezes é melhor assim.

24 de junho de 2012

Coimbra estou a chegar

Estou cá numa aflição. Por um lado, a fazer figas para receber a noticia que desejo,  por outro, a desejar que aconteça aquilo que pura e simplesmente tiver de acontecer. É já amanhã que saberei para que lado o meu vento sopra. Este impasse sufoca-me. E eu sem tempo sequer para pestanejar com tanto para estudar.

19 de junho de 2012

Felicidade

"Para se ser feliz é preciso saber-se que se é feliz. Não há felicidade em dormir sem sonhos, senão somente em se despertar sabendo que se dormiu sem sonhos. A felicidade está fora da felicidade.", "Não há felicidade senão com conhecimento. Mas o conhecimento da felicidade é infeliz; porque conhecer-se feliz é conhecer-se passando pela felicidade, e tendo, logo já, que deixá-la atrás. Saber é matar, na felicidade como em tudo. Não saber, porém, é não existir.".


Livro do Desassossego, Bernardo Soares

18 de maio de 2012

Contrariar os dias maus

É preciso contrariar. Hoje é o Dia Internacional dos Museus, temos mais de 700 oportunidades culturais todas elas gratuitas entre hoje e amanhã espalhadas por todo o país (hoje durante todo o dia até às 18h e amanhã apenas da parte da tarde mas até às 24h). Portanto, eu estou numa de dar uma bofetada à preguiça e à tristeza arrastada. Levantar-me fazer o almoço, arrumar a cozinha. Tomar um banho, pôr-me bonita e se ainda tiver tempo ir visitar o museu Machado Castro, aqui em Coimbra. Se já não tiver tempo, dar um pequeno passeio por aí, até às 18h, horas do módulo de Jornalismo Regional.

Gosto quando os módulos são assim ao final da tarde, porque saímos cedo. À hora de jantar estou a voltar para casa, preparo o jantar calmamente, com uma música agradável, janto tranquila, e ainda tenho tempo de ir ao café a horas decentes. Hoje vou fazer download de um filme alegre e feliz para ver quando voltar para casa (no café, porque estas internet(s) móveis, baratuchas, para download não resultam definitivamente). Mas antes de ir ao café acho que ainda vou passar no supermercado, preciso de algumas coisas.

Well, well, se entretanto a tristeza arrastada não me esmagar contra o chão, acho que até posso ter um dia agradável.

15 de maio de 2012

Antes e depois do Facebook

Antes de entrar no facebook tinha planeado: passar na faculdade para ir fotocopiar umas coisas à reprografia e ir ao gabinete de um professor para remarcar uma frequência; ir ao centro comercial às mini-compras da semana (alimentação), ver umas sandálias giras giras na osho, passear-me pelas restantes lojas, como quem não quer nada e aproveitar para ir tendo ideias para a prenda de aniversário dEle, o que vai ser muitooooo difícil porque ele superou de longe as expectativas no meu aniversário e porque SEM quaisquer dúvidas ele merece muito carinho e dedicação tal como a dá. Mais ao final da tarde ir ali à piscina uma horinha relaxar e dar umas braçadas.


Depois de entrar no facebook: uma editora de multimédia do jornal, pediu-me para ir cobrir uma conferência sobre a final da taça de portugal Académica-Sporting, e pronto daqui a trinta minutos já estou eu na sala de imprensa.


PS:. não é um poste triste é um poste com um estado de espírito diferente.

20 de abril de 2012

Lisboa:

Ora então vamos lá matar saudades de Lisboa, do namorado, das amigas, dos papás, porque depois deste mísero fim-de-semana vamos ter que suster a respiração por estes lados, e aguentar bem forte a saudade durante uns 20 dias assim à vontade.
Vamos lá despachar para a comidinha da mãe, para o abraço gordo e forte das amiguinhas do coração, e para o beijo mais esperado dEle. A não esquecer que segunda-feira há frequência. Ai vida vida, que és tão má para mim.

19 de abril de 2012

Jornal Universitário de Coimbra - ACabra

















Para as amigas que seguem o blogue, e para todos os que por aqui passarem, fica o site do Jornal Universitário de Coimbra acabra, onde podem descarregar em pdf as edições quinzenais, que saem à terça-feira, e muitas outras publicações escritas exclusivamente em suporte on-line, para onde eu e muitos universitários de Coimbra escrevem.

Este jornal é sustentado financeiramente pela Associação Académica de Coimbra, pela Universidade de Coimbra e por alguma publicidade, apesar dos poucos apoios que temos e da fase critica que o jornal atravessa (como todo o país) é uma actividade exclusiva dos estudantes de Coimbra com a colaboração pontual de antigos estudantes, hoje já jornalistas dos jornais da praça pública.

Esta oportunidade é concedida à comunidade estudantil conimbricense à 21 anos. E eu em nome de todos os estudantes de Jornalismo e Comunicação Social de Coimbra, assim como de todos os estudantes de outras áreas que colaboram agradecemos esta ferramenta, este privilégio que é aprender a realidade de uma redacção, aprender o que é fazer jornalismo, aprender a razão pela qual todos os dias o jornalista se deve levantar: dar a conhecer o nosso mundo, a realidade, a todas as pessoas que conseguirmos chegar. O jornalismo é democracia!

Também nos podem seguir no facebook e no twitter.

David Fonseca

Este senhor é um dos melhores artistas que temos no país! O novo albúm Seasons: rising, está absolutamente fantástico.

4 de abril de 2012

This is the beginning:

Enviar duas mensagens por telemóvel, no momento em que nos cai um balde de água fria pela cabeça abaixo, escorrendo por todo o corpo. A mente acorda, o coração dispara. E alguém (Ele, é sempre o meu Deus) me diz: Ama-lo, ama-lo e tu sabes que todos merecem a tua sinceridade. És de carne e osso, mas estás agir mal perante ti própria e perante todos. Age. Toma coragem. E fá-lo! Vive em paz. Contigo e com o mundo que te rodeia. Este é o teu começo!

E assim de pulmões cheios de ar novo, com o coração a tremer, com A Força (de que sempre precisei) e acima de tudo com o desejo de viver uma vida sincera, de viver limpa e cheia de alegria, de endireitar as linhas que traçam o meu caminho ainda que a morrer de medo de magoar, tomei coragem e fiz o que tinha que ser feito. Amo-o. Fiz o que a minha consciência mandou, e bem.
"This is the beginning, of anything you want.
This is the beginning..."

1 de abril de 2012

31MARÇO2012


















Dei ontem o meu primeiro mergulho do ano, tenho a dizer que entrar no mar de novo é como encher os meus pulmões de ar e expirar fortemente. Deixar o meu corpo submerso. Esquecer-me do mundo e de mim por segundos. Desaparecer naquela imensidão que me dá algum sentido à vida. O mar faz parte da essência do meu ser. Obrigado Deus. Obrigado Natureza. Obrigado por existir e ter sensações.

Foi um dia muito especial. E às vezes não sabemos exprimir-nos o quanto queremos, às vezes parece que alguém nos roubou o conteúdo da nossa pessoa e ali só está um corpo que profere coisas sem sentido. Lamento não ter correspondido ao que desejava e desejavas deste dia. Deste escasso dia.

28 de março de 2012

Querida terça-feira querida:

Ontem foi o tão esperado dia de sair o jornal! E saiu, e o meu artigo é capa e eu ainda não o vi. E como a terça-feira queria ser muito meiga para mim e alegrar-me de alguma maneira, também foi dia do telefonema da secção a informar-me que passei na entrevista, e vou fazer o curso anual de jornalismo.

26 de março de 2012

Quase começa a amanhecer

Ora então: PRIMEIRO ARTIGO da minha vida já está na paginação!
6h52 secção de jornalismo, AAC, Coimbra.

25 de março de 2012

Começamos bem:

Ora então para não falar de bois e perceberem vacas (sim estou possessa) aqui vai: no dia 14 de Março, quarta-feira, realizei mais um grande sonho que trouxe na bagagem de Lisboa para Coimbra, escrever no jornal universitário de Coimbra, a cabra. Dadas algumas imposições não posso falar especificamente sobre os artigos em questão, mas o que aconteceu foi que escolhi o artigo com o tema que mais me interessou para ser a minha primeira experiência jornalística, e resumidamente o artigo caiu, isto é, não o podemos concretizar porque estas merdas das burocracias e de tudo o que tenha que ter a aprovação do estado, quem diz estado diz ministérios e de gente "importante" demora o seu tempo, responder a uma merda de um telefonema que se repete vezes sem conta é um trabalho dos diabos e portanto comecei da melhor maneira, logo logo assim que chego ao mundo louco do jornalismo, sai-me um daqueles problemazitos de que eu gosto tanto. Imbecis! Entretanto optamos por explorar outro projecto também muito interessante, e realizei ontem a minha primeira entrevista, que correu muito bem (mil sorrisos). Mas digo-vos de minha justiça há muito trabalho por de trás de 10 mil caracteres, e quem nunca esteve numa redacção, ou melhor, numa secção de jornalismo, não faz a menor ideia do tempo dispensado, das horas sucessivas de empenho, do stress e da pressão do fecho de edição et cetera e tal. Ando tão cansada nestes últimos dois dias, que nem pareço eu.

Do que me faz falta

Tenho saudades simplesmente da constante harmonia.

16 de março de 2012

OH NO

São seis da manhã, não posso crer! Nãooooooooooooooooooooooooo!

Pode o céu ser tão longe:

Dizem que o amor tem a capacidade de mudar tudo. É mesmo. (Só estando num limite tal de paixão e saudade eu me ponho a ouvir estas músicas que pouco ou nada têm a ver comigo mas que me fazem viver muitos minutos felizes a pensar em ti.) Já é quase de manhã. Passei a noite toda a fazer coisas para ti, a amar-te no meu canto, sozinha e a tantos km de distância. O que é que isso importa meu amor? Não importa simplesmente, o amor não se compara à solidão, não vale só a pena se for assistido. Este Senhor proporciona-nos sentimentos tão bons e mágicos que só o ser humano é capaz de sentir, mesmo estando só. O amor também é vivido individualmente. Se não o for não será certamente amor. Não se ama apenas quando o outro está ali ao virar da esquina, não se ama apenas quando faltam algumas horas para se partilhar o dia. Ama-se na saudade. Ama-se no tempo ausente. Ama-se na espera, nas longas esperas. Ama-se nos esforços. Ama-se na solidão. Ama-se durante toda a madrugada, em todas as insónias e em todos os sonos e sonhos bons. Ama-se instintivamente. Ama-se espontaneamente. Ama-se sem se saber que se ama. Mas ama-se sempre. Ama-se a cada minuto que passa. Em todos eles. Ama-se porque se respira. Quando se ama, todo o nosso ser vive para amar, ama porque vive, vive porque ama. Ama, simplesmente ama. Ama porque existe. E ama sem limite de espaço, estação ou tempo. Eu amo-te. Amo-te sempre. Amo-te quando julgas que estou a fazer todas as outras coisas do meu dia. Amo-te. 
[EPSQV]

15 de março de 2012

Os medos da gente

Estou cheia de medo. Não tenho vergonha em admiti-lo, tenho medo. Quando não me sinto segura ou de algum modo protegida, quando não há aquela mão e aquela presença tenho medo, muito medo. Que Deus como sempre esteja ao meu lado e me diga qual a direcção. 

6 de março de 2012

Porque é que me calo:

Tenho um labirinto congestionado de ideias, pensamentos, conclusões, conversas, apontamentos, citações, referências, frases ou palavras soltas a navegar na minha cabeça. Não consigo agarra-las todas (poucas são as que eu agarro) não sei filtrar toda a informação que tenho dentro de mim. Não sei organiza-la. E não consigo aponta-la sempre (poucas são as vezes que aponto). Depois, como é um vento que ora me atormenta ora me refresca e não volta para trás, deixo ir, deixo todos os pensamentos fugirem da caneta e do papel, deixo-os passar. Por isso, só eu me conheço, ninguém me conhece como eu. Ainda não sei gerir o melhor que há em mim. Ainda me ando a explorar, a descobrir. Gostava de ficar sentada num banco do jardim a olhar para a minha cabeça, para toda esta confusão e mistura, e escrever num caderno de linhas e capa preta sobre ela, dizer-lhe: Olá, posso desmistificar-te? Quero um dia ser daquelas mulheres boas no que fazem, coesas no que escrevem, com um estilo e uma habilidade singulares. Não confusa, não perdida, não nesta azáfama. Mas segura, forte, com tudo extremamente definido na sua personalidade, na sua visão do mundo e dos homens. Quero ser uma mãe daquelas que não se esquecem, que dão lições de vida, que se eternizam, de quem se relembra as frases mais acertadas e bonitas. 

(Uma Sophia de Mello Bryner Anderson. Em alguns aspectos que são absolutamente de uma Mulher.)

5 de março de 2012

22º aniversário do "Público"


Hoje o "Público"  faz 22º anos, a edição de hoje é gratuita e o jornal tem um novo grafismo e novas secções. Aproveitem para ler jornalismo de qualidade.


29 de fevereiro de 2012

O meu Pai

O meu pai não foi feito para ter uma filha que falhe, que não seja das melhores. E pai, não quero ser injusta nas minhas palavras. Obrigado por saberes ser Pai. Mas eu gosto de errar e tenho coragem e hulmildade suficientes para o admitir perante mim, perante a minha vida e os outros, aqueles que têm esperança em mim. Desculpa pai, mas esta sou eu. E sei que não é por falta de coragem ou humildade da tua parte que não gostas que erre, que vá por um caminho mais turbulento, é por saberes que não é o melhor para mim. Mas tu vais perceber pelo caminho que eu for traçando que, eu sou feita de tudo isto, que tudo isto me faz ser melhor, me faz ser humana. Amo-te Pai. Amo-te.