E depois há coisas, pessoas, realidades, modos de vida e formas de viver, casas, quartos, bares, ruas, cabines telefónicas, becos, escadas, canecas, cigarros, conversas, momentos, sorrisos e risos que nos fazem renascer e perceber melhor a vida. Apenas nos deixamos fascinar por tudo quanto diz mais sobre o mundo e a humanidade. Estou tão open mind. Estou tão jovem. Estou tão "it's enough!". Realmente sou muito nova e ainda não sei nada. Nunca vou saber. Mas eu arrisco viver toda a minha vida na procura.
23 de março de 2013
18 de março de 2013
...
Estes dilemas da vida provavelmente fazem-nos perceber o que não queremos. E para isso, nesta infindável panóplia de hipóteses, temos que sofrer de uma qualquer forma. A primeira interrogação que surge: o que é que eu posso fazer? Não nos adianta passos. Deixa-nos mergulhados naquele campo perigoso do certo, impotente e infeliz ou insano, errado mas com alguma atitude, principalmente sem inércia. Sempre tive que fazer alguma coisa em situações-limite, mesmo que muitas vezes no calor do momento, no desespero da inactividade. Agora percebo que isto não pode ser levado assim com o egoísmo de algum principio moral. Falamos de algo mais. De algo muito superior. Com outro valor. Falamos daqueles passos que mudam todo o percurso da nossa vida. Mas e será que todos os outros, julgados mais insignificantes, também não decidem tão drasticamente o caminho?!
Estou num dilema, sem hipóteses.
11 de março de 2013
7 de março de 2013
Coisas que não fazem sentido
Às vezes tenho a certeza que ninguém me perceberá como tu. Mas tu nunca me percebeste. E foi sempre uma luta porque somos diferentes. Pura e simplesmente diferentes. Mas, eu não sei explicar, há alguma coisa que me faz sentir que nunca ninguém me perceberá como tu. Os jogos por mensagens. Já tive muita vontade de experimentar com algumas pessoas, mas acho que é uma particularidade nossa, quer dizer tua. Acho que o fazias mais vezes. Por outro lado acho que me entendem melhor do que tu. Não qualquer pessoa mas alguém.
As repercussões de poucas palavras
Depois de me estragares o dia e fazeres com que ficasse a tarde toda na cama a ver Californication toda fodida, vou fazer força nos músculos e lutar contra este humor e sentimento de cão. Primeiro vou fazer carbonara (como realmente se faz e não como a maioria dos portugueses tem a mania que se faz e é muita bom, uma ova é o que é!), depois vou comer e tomar banho (parece que tenho hibernado nesta casa, idêntico aquelas pessoas depressivas que depois de sofrerem um grande desgosto ficam dias a fio em casa sem tomar banho, apenas a comer e ver filmes, séries, televisão no geral. Ou então este é mesmo só o cenário de 19778789 filmes, já não sei.), finalmente visto um fato de treino, calço os tennis, seco o cabelo, amarro-o e saio para a rua toda vitoriosa. Para ir às compras.
6 de março de 2013
4 de março de 2013
3 de março de 2013
1 de março de 2013
Hmm que bom
Hoje saí de casa! Hoje acordei sozinha, mesmo tendo dormido apenas 5 horas, despachei-me a horas, não deixei de comer, ainda fui à mercearia buscar óleo vegetal que precisava para preparar o almoço, apesar de ir carregadíssima com a mala de viagem (pesada pesada), com a mala do portátil e com a minha mala cheguei a horas.
Conheci pessoas novas. Gostei da aula, não tanto por aquilo que aprendi, mas por tudo o que se foi proporcionando: discussão e relações humanas. Foi a minha primeira aula do semestre e foram só as primeiras impressões, mas esta professora, já deu para perceber que sabe muito do que fala mas falta-lhe qualquer coisa quando está a transmitir os conhecimentos para os alunos.
O balanço é mais que positivo, e estou mais animada e mais motivada. A aventura está mesmo lá fora. E se calhar o meu problema é fechar-me em casa e em mim. Sinto mais esperança.
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