Estes dilemas da vida provavelmente fazem-nos perceber o que não queremos. E para isso, nesta infindável panóplia de hipóteses, temos que sofrer de uma qualquer forma. A primeira interrogação que surge: o que é que eu posso fazer? Não nos adianta passos. Deixa-nos mergulhados naquele campo perigoso do certo, impotente e infeliz ou insano, errado mas com alguma atitude, principalmente sem inércia. Sempre tive que fazer alguma coisa em situações-limite, mesmo que muitas vezes no calor do momento, no desespero da inactividade. Agora percebo que isto não pode ser levado assim com o egoísmo de algum principio moral. Falamos de algo mais. De algo muito superior. Com outro valor. Falamos daqueles passos que mudam todo o percurso da nossa vida. Mas e será que todos os outros, julgados mais insignificantes, também não decidem tão drasticamente o caminho?!
Estou num dilema, sem hipóteses.
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